Já cheguei!!!
Pois... Já cheguei de férias há 2 semanas. Mas a perguiça mental que se apodera de mim nesta época é incrível.
Enfim, sinto-me ainda de férias!...
Não me apetece nada voltar à realidade.
... não contes a ninguém.
Pois... Já cheguei de férias há 2 semanas. Mas a perguiça mental que se apodera de mim nesta época é incrível.
Enfim, sinto-me ainda de férias!...
Não me apetece nada voltar à realidade.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve musica, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do habito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar.Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplendido de felicidade.
Pablo Neruda
As tempestades fazem os carvalhos
lançar raizes mais fundas.
George Herbert
Que aquilo que não nos mata,
nos torne mais fortes.
Nietzsche
Já não quero saber das grandes coisas e dos grandes planos, das grandes instituições e do grande êxito.
Prefiro essas pequeninas, invisíveis forças do amor humano que actuam de pessoa para pessoa, que rompem pelas fendas do mundo como finíssimas raizes ou minúsculas gotas de água que, se lhes derem tempo, farão em pedaços os mais pesados monumentos do orgulho.
William James (1842-1910)